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6 de ago. de 2007

Corujices

Taí a dona corujinha crescendo... veja o ANTES (24/07/07) e o DEPOIS (05/08/07)!

27 de jul. de 2007

Matéria completa - cobras e coruja

Matéria completa publicada hoje na Folha do Mate sobre a corujinha e as cobrinhas (chegou mais uma quarta-feira) com dicas sobre o que fazer ao encontrar filhotes de animais.

http://www.folhadomate.com.br/arquivos/pdf/9044.pdf

26 de jul. de 2007

Novos hóspedes






Informações do biólogo Claiton Machado: Sibynomorphus é um grupo de serpentes que merece revisão quanto a sistemática e taxonomia. São relativamente poucos os trabalhos existentes, mas parece que a biologia e história natural de S. ventrimaculatus é semelhante a de outras espécies do gênero. Em geral põe de um a sete ovos; possui hábito criptizóico; podem atingir até 60cm (comprimento total); como display defensivo promovem achatamento da cabeça, erguem o primeiro terço do corpo, mas nunca ostentam morder e defecam (descarga cloacal).
Uma característica peculiar que certamente auxiliará na sua determinação é o aumento das escamas da linha média do dorso (são maiores que as demais escamas dorsais), outras serpentes semelhantes (como jovens de Oxyrhopus clathratus) não possuem esta característica. Em geral Sibynomorphus alimenta-se apenas de gastropodes com ou sem concha, mas há relatos de que podem alimentar-se de larvas de insetos. Em cativeiro, S. ventrimaculatos parece ter preferência por comer lesmas do gênero Bradibaena (obs. pessoal).




A corujinha Tyto alba está sendo alimentada de três a cinco vezes ao dia com carne de frango moída (incluindo miudos, ossos, penas, cartilagem, etc) e em breve começará a receber alimento em pedaços. O filhote é mantido 24 horas aquecido e está cada dia mais forte e ativo.



Semma cuida de dois filhotes de animais silvestres



Ano 35 - edição 480 - Venâncio Aires, Edição de 4ª feira, 25 jul 2007.
MEIO AMBIENTE
Semma cuida de dois filhotes de animais silvestres
Divulgação - Semma
Coruja foi entregue na Secretaria segunda-feira
Desde segunda-feira a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) cuida de dois filhotes de animais silvestres. Um cobra Sibynomorphus ventrimaculatus e uma coruja Tyto alba, conhecida como coruja-de-igreja, estão sob os cuidados da equipe da Semma.

De acordo com a bióloga Mariana Faria-Corrêa, a coruja, que tem poucas semanas de vida, foi deixada na Secretaria por um morador do interior do município, que encontrou o ninho na chaminé de sua casa. No local, havia dois animais, mas um morreu. Não se sabe o que aconteceu com a mãe dos filhotes.

Já a cobra foi encontrada em um jardim por trabalhadores que estavam capinando o lugar, que comunicaram a Semma. Mariana ressalta que essa espécie não é venenosa e se alimenta de caracóis de jardim. Por isso, quem encontrar um animal dessa espécie pode deixá-lo no lugar, pois ela é inofensiva. Ela tem o corpo todo listrado em preto e branco.

Conforme a bióloga, não se deve mexer em ninhos ou nos animais silvestres. No caso das corujas, por exemplo, a mãe dos filhotes pode estar procurando-os. “Não sabemos o que aconteceu às corujas. Muitas vezes recebemos animais tirados de seu ninho e, sendo a intenção boa ou não, filhotes separados das mães têm pouca chance de sobreviver em cativeiro”, sugere, completando que quem deixou o filhote não explicou o que aconteceu.

No caso do filhote de cobra, ele foi retirado do terreno porque poderia ser morto durante a roçada, por cachorros ou gatos, pois estava na área urbana. “A situação é diferente, porque num terreno urbano há mais ameaças para esses animais”, afirma Mariana.

Como a coruja ainda é muito pequena, por enquanto deve ficar sob os cuidados da equipe da Semma. “Filhotes tão pequenos, quando tirados do ninho, nem sempre sobrevivem, por mais que a gente se esforce. Então vamos alimentá-la e aquecê-la da melhor maneira possível”, explica. Mariana completa que na natureza elas deixam o ninho com nove a doze semanas de vida e estima que o filhote entregue na Secretaria deve ter cerca de duas semanas. A cobra será devolvida a natureza, pois mesmo sendo filhote ela já consegue sobreviver sozinha.

Esses não foram os primeiros casos de filhotes recebidos pela Semma. Nos últimos dois anos a Secretaria atendeu e encaminhou filhotes de gato-do-mato, ouriço-cacheiro, tucano-do-bico-verde, cocota, gambá, andorinha, cisne coscoroba, entre outros.

Confira na edição impressa de sexta-feira dicas sobre o que fazer ao encontrar um animal silvestre.
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24 de jan. de 2007

Mais aves

Essas aves foram atendidas pela SEMMA:

Carcará (Polyborus plancus) : estava com problemas na asa, foi tratado durante uma semana, recuperou-se e foi solto na mesma localidade em que foi encontrado.


Coruja-das-torres (Tyto alba): encontrada muito ferida em uma localidade do interior de Venâncio Aires a coruja foi atendida e medicada. Constatou-se possível eletrocução. O animal não resistiu e veio ao óbito dois dia após seu recolhimento.

Socoí-amarelo (Ixobrychus involucris): este curiosos e dificilmente observado animal estava ferido, com fratura na bacia , além de uma deformidade em um pé. Ele foi tratado e reabilitado. Em duas semanas estava perfeitamente recuperado e alimentando-se com autonomia e foi lsolto próximo ao local onde foi capturado.

Beija-flor-dourado (Hylocharis chrysura): recolhido desmaiado após um choque com uma janela, foi hidratado e solto.
Pica-pau-verde-barrado (Colaptes melanochorus): esse animal estava em cativeiro, com a asa cortada e muito estressado. Não comia há muitos dias. Apesar de termos conseguido fazê-lo comer ele veio ao óbito antes de ser encaminhado a um criador conservacionista.


Andorinha (sp??): filhotes de andorinhas órfãs é muito comum na promavera/verão, época em que elas estão reproduzindo-se. Muitas vezes caem de lareiras, chaminés, churrasqueiras. Quando os filhotes ão muito pequenos, dificilmente conseguimos fazer algo por eles. Foi o caso desse filhote que morreu após cinco dias sendo alimentado.

Gavião (Buteo magnirostris): já em 2007 recolhmos um gaviãozinho jovem, muito apático, que logo após ser levado pela SEMMA começou a ter espasmos e vomitar sangue. O animal morreu em menos de duas horas e suspeita-se de envenenamento.