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9 de jun. de 2008

Poesias recebidas durante a Semana Municipal de Meio Ambiente

"Poluição e Desmatamento", por Graziele Luíza Dick
(EEEM Crescer - 5ª 2)

Olho para a esquerda e vejo lixão
Olho para direita e vejo poluição
E penso: temos que nesses homens dar uma lição
Para salvarmos o nosso Mundão

Os homens matam as árvores
E vão para outro lugar para desmatar
Só de imaginar isto começo a chorar!

Em vez de desmatar
Devemos plantar
Assim felizes
Iremos ficar!


"Meio ambiente", Tiago Ezequiel da Rosa
(EEEM Crescer - 6ª 3)

Eu estou contente
Estou de bem com o meio ambiente
Mas quando vejo na televisão
Uma grande destruição
Muitos peixes morrendo
E a água apodrecendo
A água se contamina
Com o veneno que vem da Usina
O homem é ruim e não põe no pensamento
O mal que ele está causando
Fazendo o desmatamento
Meu amigo e minha amiga,
Não siga esta opção
Pois está prejudicando a si
E também a população
E agora eu falo para terminar meu poema
Pense bem no que eu disse
Para depois não causar um grande problema


"Meio ambiente", por Caroline Maria Rabuscke, 14 anos
(EEEM Sebastião Jubal Junqueira, Vila Deodoro).

O meio ambiente, gente
Está morrendo, e ninguém vai ajudar
O meio ambiente está doente.
Não adianta só falar
Precisa de ação
Não adiante ter só bom coração.
Se ninguém tem reação.
E olha só o lixo no chão!
Ninguém tem consciência?
A terra está em plena falência
Será que nos falta inteligência?
Ou será mal da nascença
As cidades estão imundas,
E de quem será a culpa?
Será que resposta tem?
Será que alguém vem
Assumir a responsabilidade
Sobre essa criminalidade
Humana? Sacana?
Até parece diversão
Quando queimam a mata
Que da lugar a plantação.
Já virou até tradição!
E quantos bichos já estão em extinção?!
Por falta de colaboração.
É preciso ter conscientização!
Será que nossos filhos tem futuro?
Como nossos filhos viverão?
No caos desse mundo, mundo imundo
Mergulhado na destruição?
Talvez até lá...
O bicho homem vai estar em extinção!!!

"Meio ambiente", Por Ivanize
(EEEM Sebastião Jubal Junqueira, Vila Deodoro - turma 102).

Existe lixão,
Não sei por que tanta gente,
Joga lixo no chão,
Seja consciente.

É plantando,
E amando,
Que a gente,
Mantém o meio ambiente.

Não faça poluição,
Seja um bom cidadão,
Seja inteligente,
Mesmo nem todos sendo inocente.

Cuide com atos de destruição,
Os agrotóxicos provocam morte das pragas,
só que a praga é a contaminação.

Todo problema tem solução
Mas precisa de colaboração,
Temos que controlar a destruição.

3 de jun. de 2008

Semana 2008 começa hoje

Dia 5 de junho é o dia internacional do Meio Ambiente e dia da Ecologia. Pra comemorar essa data e reforçar o nosso trabalho diário na luta pela conservação da natureza, a Secretaria de Meio Ambiente está promovendo mais uma Semana Municipal de Meio Ambiente. A programação inclui desde concurso de fotografia ambiental amadora e concurso de arte com material reciclado, com apoio da Favan e Museu de Venâncio Aires, visita guiada à usina de triagem, teatro “a família sujo”, plantio de árvores, distribuição de material sobre a coleta seletiva, sarau ecológico com parceria da Biblioteca municipal e apresentação dos Trigênios e Banda cover da Apae, entre outras. Toda a programação está no BLOG da Semma: http://meioambienteonline.blogspot.com.

Hoje às 9h no museu será realizada a abertura da Semana com as exposições ECOARTE e NATUREZA EM FOCO.
A tarde ocorrerá o teatro Família Sujo, do grupo Cuidado que Mancha, na Sociedade de Leituras. Não há mais vagas para a apresentação.

Durante o mês de maio foi solicitado que os Venâncio-airenses enviassem poemas de sua autoria sobre o meio ambiente. Nas colunas de junho publicaremos os poemas que recebemos. Se você ainda quer participar mande seus poemas, crônicas ou outra forma literária durante todo o mês de junho para pmvasemma@pmva.com.br. Todos serão publicados no blog da Secretaria.

PRESERVANDO O MEIO AMBIENTE, de Eva Silva Holthausen de Vila Mariante.

Conta-se que um arroio nasceu no alto de uma enorme montanha e iniciou sua jornada. Foi descendo pela encosta e pouco a pouco foi crescendo, aumentando de volume.
Projetou-se numa maravilhosa cachoeira, e foi abrindo passagem entre árvores e pedras, algumas mais facilmente, outras com dificuldade. Admirava-se ora de sua força, ora de sua habilidade para contornar obstáculos.
E crescia...
Passou por planícies e por áreas ressecadas... umedecendo-as, dando-lhes condições de colher as sementes para florescer e dar frutos.
Matou a sede da terra, povos, animais e pássaros.
Conheceu outras correntes de água e as reuniu em si, tornando-se maior e mais fecundo.
Os peixes multiplicavam-se em suas águas. Eram felizes. Certo dia, porém, foi despertado para uma realidade; Chegou o momento em que tudo o que levou anos sendo preservado: sua água, suas árvores, seus peixes estavam todos sendo destruídos.
Descobriu então a grande verdade.
O pequeno arroio tornou-se parte de Venâncio Aires.
Chegando a todos os cantos dessa bela cidade.
Contudo, percebeu-se que esse era o seu destino.
Agora ele já não era só.
Era parte de um todo, onde de mãos dadas, todos eram um.

Eva Silva Holthausen
15.05.2008




(Bióloga Mariana Faria Corrêa)